O Terço dos Homens Mãe Rainha
Iniciativa Divina que atrai multidões de homens às Igrejas
Os planos da Providência são insondáveis. Até conseguem confundir as próprias autoridades eclesiásticas. As suas mensagens, mesmo as de maior importância, podem chegar até nós pelos os meios mais inverossímeis. São casos evidentes, Lurdes e Fátima. Aqui, foram escolhidas crianças, de 7, 9, e 12 que transformaram esse local desconhecido e pedregoso, num lugar famoso de peregrinações, hoje reconhecido como o Altar do Mundo. Esses meninos eram analfabetos e sem qualquer preparo espiritual. No entanto, foi por seu intermédio que a igreja recebeu uma das maiores correntes de vida e de graça que atraem a Fátima multidões e onde acontecem os maiores milagres. E qual foi o pedido que Nossa Senhora lhes fez? Que rezassem freqüentemente o terço e fizessem penitência. Assim ajudariam a salvar muitas almas e terminaria a 1º grande guerra mundial (1914 a 1918) como na realidade aconteceu meses depois.

Um caso semelhante, ainda que noutra escala, vai acontecer com as origens do Terço dos Homens Mãe Rainha (THMR) que tive a graça de acompanhar desde os seus começos. A Providência Divina aproveitou a iniciativa de um pequeno grupo de homens que rezavam o terço na rua, enquanto suas esposas participavam de reuniões do Movimento de Schoenstatt. Isto acontecia mensalmente, junto à Casa Santuário Mãe Rainha, na paróquia de Nª.Sª. de Lurdes, na cidade de Maceió. Durou pouco esta devoção, não conseguindo congregar muitos participantes. Mas a iniciativa não se perdeu, graças à fé e ao olhar perspicaz de uma pernambucana coordenadora da Mãe Rainha. Ela aproveitou este exemplo e falando com o seu pároco convenceu-o a fazer uma experiência.

E foi sob a orientação do Pe. Américo Vasconcelos, salesiano, e do zelo desta senhora, Oneida Araújo da Silva que germinou a 05 de Março de 97 a primeira semente do Terço dos Homens a nível paroquial, em Jaboatão dos Guararapes Este começo deu-se na capela de Nª. Sª do Livramento, transformada em Santuário Paroquial. Era um grupo de 15 homens, a maioria já falecido hoje. Restam, Antônio dos Santos, Amaro Bezerra e Rivaldo Bezerra.

Mas o passo mais importante veio mais tarde, quando um sacerdote de Schoenstatt, Pe. José Pontes, tomou contato com a realidade desta paróquia, onde um grupo de homens rezava o terço. Achou a iniciativa interessante e resolveu experimentá-la no Santuário da Nova Evangelização, em Olinda. Foi aí que o Terço teve a sua grande valorização, integrando-se na fecundidade do Santuário e na força do seu Movimento. Vários anos se passaram para que ele se inculturasse e se organizasse devidamente.

Em Maio de 1998, surge uma decisiva mudança. Por inspiração de Carlos Alves e apoio dos restantes elementos, foi decidido que o Terço passasse a ser semanal em vez de mensal. E é com este ritmo que ele vai explodir para novos Horizontes.

É justo destacar o nome dos homens pioneiros que com a sua fé e persistência, conseguiram implantar o nosso Terço no Santuário: Medeiros, Valmy, Sr. João, Francisco, Nelson, Marcos Filinto, Rubens Rosa e Jairo.

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