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O jeito simpático de ser santo

 

Pe. Irineu Trevisan – Para os homens da sociedade moderna, que vivem em pleno mundo com poucas possibilidades de cultivar uma séria aspiração à santidade e, não raro, com falso conceito dela, ser santo é extremamente difícil. Falar-lhes da santidade, causa-lhes arrepios.

 

Com o Sr. João Luiz Pozzobon não aconteceu assim. Pois, aprendeu que ser santo – da santidade pregada e vivida por Jesus – é ser feliz. O convite que Jesus nos faz às bem-aventuranças é um forte argumento (Mt 5,13s). O Pe. Kentenich, no livro “Santidade de Todos os Dias” procura ensinar o “jeito simpático de ser santo”, ou o “jeito santo de ser simpático”. Em que consiste?

 

Na gentileza e bom humor, no sorriso e na alegria espontâneos, no capricho e na simpatia, na paciência, na humildade, nos vôos diários ao Pai do Céu, no serviço e apreço às pessoas – tudo isso praticado no pinga-pinga de cada dia. Uma tal atitude, sem dúvida, há de atrair-nos alegrias, admiração. Há de tornar-nos, mais e mais, perfeitos herois e santos!

 

Um exemplo que impressiona e ilustra

 

Gandhi (1896-1948) trabalhou pela independência da Índia e tornou-se mundialmente afamado por suas ideias e propostas humanitárias. Certa vez, recebeu a visita de um jovem, desejoso de saber do sábio o segredo por que havia se tornado mundialmente célebre.

 

Gandhi pediu ao jovem, por três vezes, que ajudasse a sua funcionária doméstica a realizar os afazeres da cozinha. Como na terceira vez o jovem se recusou a realizar o trabalho, alegando que não viera para auxiliar a doméstica, mas para conhecer o segredo que tornava Gandhi afamado, este revelou ao jovem: foi assim que me tornei o Gandhi que admiras e prezas!
Bonita explicação!

 

Assim é formado o heroi do dia a dia: cumprindo com exatidão e sincero espírito cristão de amor a Deus e ao próximo, os deveres diários. Se os atos corriqueiros conseguiram formar um heroi do dia a dia: cumprindo com exatidão e sincero espírito cristão de amor a Deus e ao próximo, os deveres diários. Se os atos corriqueiros conseguiram formar um heroi político, humanista de fama internacional – não serão capazes de santificar o heroi da vida diária?!

Esse tipo de espiritualidade marcou a vida do Sr. João. Fê-lo crescer na santidade do dia a dia. Nada de extraordinário a não ser o cumprimento, com o máximo de perfeição, dos atos ordinários. No lar sempre foi atencioso com os filhos, servindo-os com espírito paterno e procurando encaminhá-los para o estudo, a religião, a profissão, para a vida no meio do mundo.

 

Destacou-se também pelo cumprimento exato de seus deveres comuns de católico: oraçõezinhas diárias, Missa quase todos os dias, recepção frequente dos sacramentos da Eucaristia e confissão, participação ativa na vida paroquial, momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento, reza do terço diária (quinze por dia).

 

No meio do mundo, na sociedade, teve sempre uma atitude digna, correta esquivando-se de ambientes frívolos, de conversações rudes, maliciosas. Era parco, mas de bom senso no falar. Por natureza, calmo, jamais se irritava, nos momentos difíceis, nos desentendimentos, nas provações. Nas circunstâncias de aperto, dificuldades materiais, buscava humildemente ajuda e orientação dos amigos. Sabia depois ser-lhes agradecido. Mas também generosamente prestava sua ajuda e serviço aos outros, especialmente aos pobres, doentes, às famílias envolvidas em problemas, quase esquecendo-se de si mesmo.

 

Com isso tornou-se querido em sua família, benquisto, respeitado pelas pessoas que o conheciam: exerceu, com harmonia exemplar, os deveres de família, os religiosos e profissionais. Sua presença na própria família, na Igreja, no trabalho, no meio da sociedade foi de muito equilíbrio.

 

Em todo o seu estilo e jeito de viver a vida, nada houve de sensacional. Vida modesta, simples, feita de atos corriqueiros, quotidianos, mas vividos com admirável perfeição, com bom senso, fidelidade. Nestes termos entendeu viver o seu ideal: HERÓI HOJE, aqui, agora e sempre!

 

Tomara que o exemplo do Sr. João estimule, incentive ao homem moderno a descobrir, seguir esse modo de santidade: O JEITO SIMPÁTICO DE SER SANTO!

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